If you are looking for a guided experience in a favela with a company that is from within the favela then you are in the right place. Promote your tour with who knows the favela and was raised in it.
Ensure your seat in this tour! Contact +55(21)99177-9459 (whatsapp) or favelasantamartatour@yahoo.com.br
Nosso cogitado PERNOITE felizmente aconteceu dia 05 de Maio de 2012. Com 14 integrantes curtimos, papeamos e assistimos ao espetáculo da mãe natureza visualizando a lua gigante lá do Mirante Dona Marta à 365 metros de altitude.
Os interessados entrar em contato com a gente no (21) 9177-9459. Nosso pernoite acontece mensalmente.
Venha se aventurar pelas vielas da Favela Santa Marta, trilhar a noite, experimentar o novo... Chame os amigos e junte-se a nós nesse adorável pernoite !!!
Em viagem pelo Brasil para dar início aos trabalhos do documentário "Go, Brazil, Go" ("Vai, Brasil, Vai", em tradução livre), o cineasta norte-americano Spike Lee - uma das vozes mais ressonantes do cinema mundial, conhecido por abordar a classe média afro-americana em filmes marcados por engajamento político-social - cumpriu o roteiro de celebridades estrangeiras em terras tropicais: conheceu artistas e políticos, atiçou a curiosidade da imprensa, emplacou um encontro com a presidente Dilma Rousseff e ainda visitou o Santa Marta com Thiago Firmino no domingo dia 29 de Abril. Fiquei muito feliz em poder estar do lado de Spike Lee que pra mim é um grande homem, preocupado sempre com a luta do negro fora e aqui no Brasil e com a luta do povo. Guiar ele até a laje do Michael Jackson e trabalhar ao lado dele na produção do filme .
Zeze Motta sendo entrevistada na estacão 5 do Plano Inclinado
Thiago Firmino, Zeze Motta e seu amigo junto com Spike Lee
Spike ainda foi na Laje do Michael Jackson onde ele dirigiu o clipe do Michael Jackson em 1996 no Santa Marta. Ele ficou muito feliz com a visita na comunidade e em saber que o clipe gravado gerou visibilidade internacional e consequentemente melhorias e transformações pra nossa favela querida.
Na mesa de debate no evento NBS Rio +Rio, Thiago Firmino (Santa Marta), Major Pricila, Miriam Leitão, André Lima, José Maria o Beltrame, Jerson (light), Sérgio Ricardo (Santander)”
Quadra do Santa Marta
O carioca está mais otimista e esperançoso com o futuro do Rio de Janeiro e isso graças ao processo de pacificação das favelas. É o que aponta recente estudo realizado pela agência nbs. A pesquisa, em parceria com o Instituto Copernicus, ouviu moradores de todas as regiões do Rio e entrevistou formadores de opinião, capitães das UPPS, líderes comunitários, sociólogos, gestores de ONGs, executivos da área pública, empresários e jornalistas. A nbs lança hoje o Projeto rio+rio, que tem, num primeiro momento, como objetivo facilitar a entrada da iniciativa privada nas comunidades pacificadas e gerar negócios que favoreçam ambas as partes.
Um dos maiores questionamentos do estudo desenvolvido pela nbs durante o último ano foi sobre qual seria o papel da iniciativa privada no processo de pacificação. Inúmeros fóruns de discussão foram realizados para entender o papel de cada um no processo de resgate da autoestima do carioca e uma equipe de profissionais da agência mergulhou na realidade das comunidades pacificadas, incluindo seus diversos pontos de vista – do morador aos comandantes –, mapeando desafios e oportunidades que podem e devem ser utilizados pelas grandes marcas.
"O projeto rio+rio materializa nosso pensamento de aproveitar o bom momento que o Rio está vivendo e devolver algo relevante à cidade. E nossa forma de atuação é convocar a iniciativa privada para fazer parte desta transformação social. O convite não é pra fazer filantropia ou doações. É pra fazer negócios que ajudem a promover desenvolvimento e gerar lucro sendo, ao mesmo tempo, agentes de integração social", avalia Andre Lima, sócio e diretor de criação da nbs.
Para ratificar o novo cenário do Rio com as UPPs, a agência convidou os artistas plásticos Mateu Velasco e Duda Simões para criar um mapa da cidade com ilustrações de um novo panorama do Rio de Janeiro, incluindo doze novas atrações turísticas localizadas nas UPPs, como o teleférico do Complexo do Alemão, a igreja na comunidade da Providência, o Cruzeiro do Morro dos Macacos, entre outras.
Também foi elaborada uma cartilha com dez dicas para as empresas que querem entrar com suas marcas nas UPPs. A intenção é conscientizar a iniciativa privada de que o modelo de negócio precisa ser repensado e adequado ao perfil de cada comunidade e isso exige conhecimento específico.
No ano em que comemora seus 10 anos de fundação, a nbs inagura seu escritório no Santa Marta por acreditar no processo de mudança do Rio de Janeiro. "No seu papel de empresa de comunicação, a nbs quer se colocar como uma facilitadora da aproximação entre empresas e as UPPs e pra isso decidimos montar uma base nossa no Santa Marta, como exemplo do discurso que estamos defendendo", afirma Antonino Brandão sócio e diretor da nbs.
Atualmente, o projeto de pacificação está presente em 21 comunidades e já impacta diretamente meio milhão de cariocas. Segurança pública é fator preponderante e que faz essa população ter mais visibilidade e condições ascender social e economicamente.
Spike Lee encontrou com a presidente Dilma Rousseff hoje dia 25 de Abril de 2012. O cineasta norte-americano está no Brasil para fazer um documentário sobre o país.
O diretor retornou ao Brasil após 16 anos. Sua última visita foi em 1996, quando dirigiu o clipe They Don't Care About Us do cantor Michael Jackson, gravado na favela Santa Marta, no Rio de Janeiro.
Sua produção entrou em contato com Thiago Firmino e ele deve guiar Spike Lee em um tour pelo Santa Marta.
Oriundo da dupla Naldo e Lula, Naldo hoje possui a carreira solo, hojemais conhecido como Mc Naldo. É um dos principais representantes do Funk Carioca atual, especialmente do Funk Melody, que trouxe sucessos como Na veia, Chantilly e Exagerado.
Naldo veio pela sua primeira vez no Santa Marta nesse sábado dia 21 de Abril de 2012 e deixou um recado para a galera da comunidade onde já foi bem recebido na ladeira com seu dvd rolando em um dos bares da nossa comunidade. Como a juventude da favela curte muito funk, resolvemos ir no show e trazer um recado dele pra rapaziada da favela.
TRILHA NOTURNA + PERNOITE MIRANTE DONA MARTA Dia 05 de Maio 2012
Vamos curtir um pernoite com a galera a 365 metros de altitude, esperando a chegada do sol e do novo dia que se inicia. Assista os videos, duvido que você não vai querer ir.
Valor:
* Até dia 04 o valor de R$ 25,00 (valor promocional)
* Pagamento na hora o valor vai pra R$ 40,00 (valor integral)
* Morador do Santa Marta até o dia 04 paga somente R$15,00. Depois desta data os valores são normais.
Pernoite vai rolar dia 05 às 22:30h na Estação 5 do Bondinho do Santa Marta.
Obs: Quem já foi no pernoite + de 2 vezes, acompanhado de convidados pagantes sua ida é 0800.
O que levar:
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-Mínimo 2 litro d água
-Tênis
-Mochila c/ lanches, frutas e comidas leves.
-Repelente (quem tem problema com Mosquito)
-Lanterna de mão ou de cabeça (importantíssimo)
-Agasalhos (importantíssimo)
Chegando lá vamos fazer um PIQUENIQUE onde todos irão compartilhar os alimentos e bebidas.
Ao reservar vaga neste passeio, o Ecoturista atesta ciência do risco natural inerente às atividades de Ecoturismo.
O roteiro e a ordem dos passeios podem ser alterados em função de condições meteorológicas e/ou adversas inerentes à prática de Ecoturismo e/ou Turismo de Aventura.
A UPP Santa Marta, em Botafogo, é tida como unidade-modelo. A comunidade que já foi dominada pelo tráfico hoje virou um dos pontos turísticos do Rio, com conceito cinco estrelas. Mas nem todas as direções apontam para um cenário de cartão-postal. Na ponta de baixo do ranking, com apenas uma estrela, estão as unidades Fallet, Coroa e Fogueteiro, no Catumbi, e São Carlos, no Estácio. Essas UPPs ficaram marcadas por confrontos trágicos e casos de corrupção (veja no quadro).
A classificação (de uma a cinco estrelas) foi feita pelo EXTRA, com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) e com a avaliação feita pelo Comando de Polícia Pacificadora (CPP). Enquanto o Santa Marta recebe turistas despreocupados, os moradores de Fallet, Coroa e Fogueteiro convivem com o som dos tiroteios entre policiais e traficantes, como ocorreu na semana passada.
Em fevereiro, 13 pessoas foram presas na comunidade, com três quilos de cocaína, 662 gramas de maconha e sete balanças. Quando eram levados para fora da casa, os policiais foram atacados pelos próprios moradores, numa demonstração de apoio ao tráfico. Precisaram de gás lacrimogêneo para conduzir os criminosos às viaturas.
A unidade possui um perfil mais operacional e conta com seis policiais que vieram do Batalhão de Choque. Entre eles, o próprio comandante.
— Um dos maiores desafios é combater o tráfico — disse o capitão Sérgio Stoll, comandante da unidade.
A UPP do Morro do São Carlos ficou manchada pela prisão de um ex-comandante que tinha ligações com o tráfico. Agora, os policiais trabalham para resgatar a imagem da unidade. E já contam com o apoio de moradores.
— A minha parede era toda furada de tiros. Antes, a gente não ouvia, não enxergava, não falava e não saía de casa — comentou o marceneiro José Guedes Filho, de 78 anos, que mora na mesma casa há quatro décadas.
A importância de uma prisão
O trabalho de pacificação no Morro do São Carlos se divide em dois momentos: antes e depois da prisão de Marcílio Cherú de Oliveira, o Menor Cherú. Apontado como chefe do tráfico, ele foi preso na madrugada de 20 de fevereiro, durante a passagem de um bloco de carnaval no cruzamento entre a Ladeira São Diniz e a Rua São Carlos. Foi a quarta prisão de lideranças do tráfico na comunidade em quatro meses.
— Antes, os traficantes atiravam e fugiam quando viam patrulhamento. Com a prisão dele, esse tipo de situação foi reduzida. Agora, tenho que saber onde existe o tráfico para fazer o policiamento de proximidade. O trabalho policial e o social precisam andar juntos — comparou o capitão Ricardo Alves, comandante da UPP.
Morte na Mangueira
No Complexo da Mangueira, um outro episódio chamou a atenção. Em 26 de dezembro do ano passado, um traficante morreu numa troca de tiros com policiais da UPP, que foram recebidos a tiros numa área de tráfico. Dias depois, a mãe do bandido morto foi à sede da UPP. Ela usava uma camisa, com a foto do filho, escrito "saudade", e estava preocupada com o caçula de 8 anos, que estava com medo de ir à escola porque achava que seria alvo de policiais.
— Falei que não precisava ter medo, porque ele não era traficante — contou o capitão Leonardo Nogueira, que comanda a UPP.
Para João Trajano, professor de Ciências Políticas e coordenador do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, é o histórico da relação dos policiais com a comunidade que irá ditar o rumo do processo de pacificação.
— A tendência é que as UPPs se consolidem mais rapidamente em comunidades menores, onde o tráfico não era tão articulado e não havia traumas na comunidade por causa da presença policial.